O diretor geral do Google na América Latina, Alexandre Hohagen, mostrou de forma muito equilibrada sua preocupação com o projeto que regula o uso de internet em campanhas políticas no Brasil em artigo publicado no último domingo (13/set/2009) na seção Tendência e Debates da Folha de S.Paulo. Seu ponto, para mim, é indiscutível: “O uso livre da internet eleva o grau de informação sobre candidatos, partidos e propostas”, escreve ele. Fico feliz que Hohagen tenha encontrado tempo para se dedicar ao assunto e que o tenha abordado com tanta clareza. Na verdade, duplamente feliz porque no Brasil este tipo de assunto pode ser discutido livremente. Parece pouco? Em “What Would Google Do?” Jaff Jarvis relata que o Google censurou resultados de busca na China e forneceu informações sobre cidadãos que usavam a rede para autoridades de governos de países onde a democracia funciona mal. Aliás, seria interessante ouvir um executivo do Google explicar como se acomodam essas divergências.
O Google, o Brasil e a China
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